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Petista que gosta de fazer sexo com meninas de 12 anos está ameaçando testemunhas



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Recentemente o ex-assessor especial da Casa Civil Eduardo Gaievski foi preso sob a acusação de abuso sexual de menores, o PT se esforça para evitar que o episódio afunde as pretensões eleitorais da ministra Gleisi Hoffmann ao governo do Paraná.

A defesa de Eduardo Gaievski – ex-assessor especial da ministra Gleisi Hoffmann e membro titular do grupo executivo do programa Mais Médicos do governo federal – pretende argumentar, entre outros pontos, que “as supostas vitimas (entre elas meninas de 12 anos) recebiam valores em troca de favores sexuais, ou seja, já haviam iniciado a vida sexual, tanto que chegaram ao ponto de se prostituir”.

Ou seja, pra eles é perfeitamente normal prostituir crianças de 12 anos de idade. Talvez por isso façam tanta questão de diminuir a maioridade sexual ao mesmo tempo que enviam uma série de cartilhas estimulando a sexualidade das crianças.

A mensagem é clara: Eles querem abusar sexualmente de crianças e estão utilizando os mecanismos estatais para alcançar este objetivo.

Vale também lembrar o caso da menina islâmica de 8 anos que morreu de hemorragia uterina depois da lua de mel com o esposo de 40 anos.

A pouco tempo tentaram aumentar a maioridade sexual para crianças, porém não foi possível pois alegaram que seria uma lei “não islâmica”.

Agora compreendemos também porque eles fazem tanta questão de defender o islâmismo.

A próxima notícia é de que Eduardo Gaievski é suspeito de comandar, em parceria com seu advogado, um esquema de intimidação de testemunhas para que as imputações contra ele sejam retiradas. Gaievski foi prefeito do município paranaense de Realeza por dois mandatos, entre 2005 e 2012, e, segundo denúncia do Ministério Público, oferecia dinheiro e cargos públicos a meninas pobres em troca de sexo. As vítimas, em geral, são menores de idade, algumas com 12 anos na época dos crimes.

O site de VEJA teve acesso a uma série de mensagens de e-mail trocadas entre Gaievski e o advogado dele, Rafael Seben, entre os dias 4 e 5 de setembro. Na época, Gaievski estava preso no Centro de Triagem da Polícia Civil em Curitiba. Ainda assim, negociava com o defensor quais vítimas poderiam ser abordadas para retirar as acusações de crime sexual. O ex-prefeito foi denunciado dezessete vezes por estupro de vulnerável (pena de oito a quinze anos) e também pelos crimes de estupro e assédio sexual.

No dia 5 de setembro, Gaievski dá as coordenadas para a atuação do advogado. Às 11h47, o ex-prefeito informa que o depoimento de uma das vítimas pode ser revertido e dá a senha para conseguir mudar a versão da adolescente: “Quem paga faculdade é a prefeitura”, escreve ao advogado. Seben parece confiante e no mesmo dia, às 18h09, informa que pedirá para o “Fafo” “agilizar” o plano. “Estamos na luta. Hoje é pra ser um dia muito importante [para convencer duas vítimas]. Fafo, na verdade, é Edmundo Gaievski, irmão do ex-prefeito.

Às 22h11, o advogado Rafael Seben informa que conseguiu um novo caminho para abordar outra vítima. “Arrumamos outro jeito de chegar nela, através de um menino do centro juvenil. Até sábado tá tudo certo”, diz.

Mais tarde, ainda no dia 5 de setembro, Gaievski sugere nova investida contra testemunhas. Às 22h17, envia mais uma mensagem ao advogado: “A Seloi talves (sic) tenha que procurar [nome da vítima] no assentamento, né?”. Maria Seloí Becker é funcionária pública da prefeitura e seria uma das aliciadoras que atuavam em nome do ex-prefeito.

Gaievski continua e sugere que uma psicóloga que atendeu uma das vítimas seja abordada para tentar convencer uma testemunha a atuar agora de forma favorável ao ex-prefeito. “Arriscado procurar psicóloga que atendeu ela em [cidade de] Quedas? Dizendo que é parente ou alguém que seja amiga da mãe da A.C.?”

Ameaça – Em depoimento ao Ministério Público, o aposentado João Pontes, avô de uma das vítimas, afirma que foi ameaçado a deixar um terreno da prefeitura caso as declarações de sua neta não fossem retiradas do processo. Pontes morava com sua esposa e dois filhos há nove anos no Viveiro Municipal, em Realeza, e foi instruído, no dia 3 de setembro, pelo secretário de Administração da prefeitura, Fernandes Borges, a convencer a neta a retirar a denúncia contra o ex-prefeito.

Diante da negativa, um dia depois, João Pontes recebeu notificação do atual prefeito de Realeza, Milton Andreolli (PT), para desocupar em 30 dias o imóvel onde morava.

O advogado Natalício Farias, que representa quatro vítimas do ex-prefeito, pediu nesta sexta-feira à Justiça que determine a prisão de quatro pessoas envolvidas com a possível coação de testemunhas, ordenada por Gaievski de dentro da cadeia. Na lista estão Fernando Borges, secretário de Administração de Realeza, o advogado Rafael Seben, Maria Seloí Becker e Edmundo Gaievski.

“Colocaram a estrutura da prefeitura à disposição deles para fazer a coação às testemunhas”, diz o advogado. Farias lembra que a estratégia de Gaievski era oferecer auxílio financeiro ou cargos na administração municipal à família de suas vítimas, para mantê-las dependentes e coibir possíveis denúncias.

O Ministério Público, na denúncia apresentada à Justiça, elenca ao todo onze vítimas para depor. As acusações contra o ex-prefeito incluem violência e ameaça a meninas e adolescentes, e assédio a funcionárias da prefeitura para que mantivessem relações sexuais com ele em troca de promoção. Diante de qualquer negativa, as vítimas eram ameaçadas de demissão ou informadas que familiares delas estariam impedidas de conseguir empregos na cidade.

Em janeiro, a convite da ministra Gleisi Hoffmann, Eduardo Gaievski assumiu o cargo de assessor especial da Casa Civil. No governo, comandava importantes programas sociais ligados a menores, como os de combate ao crack e construção de creches. Com a prisão preventiva decretada, o petista foi demitido do cargo. Vinte e quatro horas antes de ter a prisão preventiva decretada pela Justiça, ainda na condição de assessor especial da ministra, Gaievski negou ao site de VEJA ter qualquer participação em crimes sexuais e atribuiu as denúncias a uma “perseguição política” de integrantes do Ministério Público do Paraná que teriam sido denunciados por ele quando era prefeito de Realeza.

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Criador e Articulista do Liberdade Econômica e do Mídia Latina
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